Malas & Milhas

Seguro viagem internacional é obrigatório? Onde exige, preços e como economizar

Por Rafinha Soares•Atualizado em •16 min de leitura
Compartilhar:
Seguro viagem internacional com passaporte e itens essenciais de viagem

Viajar para fora do Brasil é a realização de um sonho, daqueles momentos que a gente passa meses pesquisando passagens, roteiros, hotéis e atrações. Mas entre a escolha das malas e o embarque no aeroporto, tem um item indispensável que muita gente ainda deixa para a última hora — ou comete o erro de ignorar: o seguro viagem internacional.

Eu sempre gosto de dizer que viajar sem seguro é aquela clássica “falsa economia” que pode custar a tranquilidade da sua família ou literalmente provocar uma dívida gigante. Uma simples intoxicação alimentar, um dente quebrado ou uma torção no tornozelo durante um passeio podem gerar uma conta de milhares de dólares ou euros em hospitais no exterior.


📌 Em resumo (TL;DR):

  • Onde é obrigatório por lei: Em 29 países da Europa (Tratado de Schengen, cobertura mínima de € 30.000), Cuba, Catar, Emirados Árabes e Galápagos (Equador).
  • Onde não é obrigatório, mas é indispensável: Estados Unidos (onde não existe saúde pública para estrangeiros e uma internação simples ultrapassa US$ 30.000), Reino Unido e América do Sul.
  • O que cobre por lei (SUSEP): Despesas médicas e hospitalares (DMHO), traslado médico, regresso sanitário (UTI aérea) e traslado de corpo.
  • Quanto custa: De R$ 13 a R$ 35 por dia, representando menos de 2% do custo total da viagem.
  • Seguro do cartão de crédito: É útil, mas exige pagamento integral da passagem no cartão, emissão prévia de bilhete e quase sempre funciona apenas por reembolso.
  • Como economizar: Comparando apólices no Seguros Promo com o cupom MALASEMILHAS5 para até 10% de desconto real (acumulado com PIX).
💡 Alerta oficial do Itamaraty (MRE):

Muitos brasileiros acreditam que os consulados e embaixadas brasileiras pagam contas médicas ou repatriação de turistas em apuros. A informação é oficial: o Portal Consular do Ministério das Relações Exteriores alerta expressamente que o governo brasileiro não custeia despesas hospitalares nem traslado de viajantes. Sem seguro, qualquer custo é de inteira responsabilidade do turista e de seus familiares.

📑 Índice do conteúdo:

  1. O que é e como funciona o seguro viagem na prática?
  2. As 4 coberturas básicas obrigatórias da SUSEP
  3. Em quais países o seguro viagem é obrigatório por lei?
  4. E onde NÃO é obrigatório, mas é loucura viajar sem? O caso crítico dos EUA
  5. Seguro viagem do cartão de crédito vale a pena? O choque de realidade
  6. Cuidados especiais: grupos que precisam de atenção redobrada
  7. Quanto custa um seguro viagem internacional?
  8. Como escolher o melhor plano e economizar (passo a passo com cupom)
  9. Passo a passo: o que fazer se precisar usar o seguro no exterior?
  10. Perguntas frequentes sobre seguro viagem internacional (FAQ)

Neste guia, você vai descobrir exatamente onde o seguro viagem é obrigatório por lei, quanto custa, quais são as coberturas exigidas pela SUSEP, o perigo de viajar sem seguro para destinos como os Estados Unidos, por que o seguro do cartão de crédito nem sempre é a melhor escolha e como comparar e economizar até 10% na contratação com o nosso comparador parceiro.


O que é e como funciona o seguro viagem na prática?

O seguro viagem é um pacote de proteções que garante suporte médico, financeiro e logístico caso qualquer imprevisto aconteça longe de casa. No Brasil, o setor é regulamentado pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) por meio da Resolução CNSP nº 315/2014, o que garante regras rígidas de proteção ao consumidor.

Na prática, o seguro viagem funciona de duas maneiras principais:

  1. Atendimento direto na rede credenciada: Se você passar mal ou sofrer um acidente, basta entrar em contato com a central de atendimento da seguradora (por telefone gratuito 0800, ligação a cobrar ou WhatsApp 24 horas em português). Eles indicam o hospital ou clínica parceira mais próxima ou enviam um médico ao seu hotel. Você não paga nada no local; a seguradora acerta os valores diretamente com o hospital.
  2. Sistema de reembolso: Caso você esteja em um vilarejo afastado ou prefira um atendimento particular emergencial de livre escolha, você realiza o pagamento no local, guarda os relatórios médicos e notas fiscais detalhadas, e solicita o reembolso integral à seguradora após a apresentação dos comprovantes, dentro dos limites da sua apólice.
Profissional de saúde prestando atendimento médico de emergência hospitalar a paciente em viagem internacional
O atendimento médico particular no exterior possui custos altos; acionar a central da seguradora garante direcionamento rápido sem pagamento do próprio bolso.

As 4 coberturas básicas obrigatórias da SUSEP

Pela regulamentação oficial brasileira, toda apólice de seguro viagem comercializada no país para viagens internacionais precisa obrigatoriamente incluir estas quatro coberturas essenciais:

🩺 1. DMHO (Despesas médicas e hospitalares)

Cobre consultas de emergência, exames laboratoriais, cirurgias de urgência, internação hospitalar e procedimentos odontológicos emergenciais decorrentes de acidente ou enfermidade súbita.

🚑 2. Traslado médico

Garante a remoção do segurado do local onde ocorreu o acidente ou mal súbito até o hospital ou clínica mais próxima capacitada para o tratamento adequado.

✈️ 3. Regresso sanitário

Se o viajante sofrer um acidente grave e não puder retornar em voo comercial comum, a seguradora custeia o retorno ao Brasil com suporte de UTI aérea ou equipamentos médicos especiais.

🕊️ 4. Traslado de corpo

Em caso de falecimento do segurado, cobre os custos burocráticos, taxas consulares e transporte do corpo até o local de sepultamento no Brasil.

Coberturas extras que fazem toda a diferença:

Além das coberturas de saúde básicas, as melhores apólices de seguro viagem oferecem proteções que salvam viagens inteiras:

  • Seguro de bagagem extraviada: Caso a companhia aérea perca sua mala, você recebe indenização suplementar para comprar roupas e itens de higiene de emergência enquanto a bagagem não aparece, ou indenização integral em caso de perda definitiva.
  • Atraso e cancelamento de voo: Custeio de noites extras de hotel, alimentação e transporte se o seu voo atrasar por motivos climáticos ou mecânicos.
  • Assistência jurídica e fiança: Cobertura de honorários advocatícios e adiantamento de fiança em caso de acidentes de trânsito ou desacordos legais no exterior.
  • Despesas farmacêuticas: Reembolso de medicamentos prescritos pelo médico durante o atendimento emergencial da viagem.

Em quais países o seguro viagem é obrigatório por lei?

A obrigatoriedade varia de acordo com o acordo internacional de cada continente e as regras de controle de fronteira de cada país soberano. Veja a lista oficial detalhada:

1. Europa: os 29 países do Tratado de Schengen

Para viajar como turista para a maioria dos países da Europa, o seguro viagem não é opcional: é uma exigência legal expressa. Pelo regulamento do Acordo de Schengen (Código Comunitário de Vistos da União Europeia), todo viajante que ingressa no espaço sem visto de longa permanência deve portar apólice com cobertura mínima de € 30.000 (trinta mil euros) ou equivalente em dólares para DMHO e repatriação.

Arquitetura e praça histórica na Europa onde o Tratado de Schengen exige apólice de seguro com cobertura mínima de 30 mil euros
Na Europa, a apólice com cobertura de € 30.000 é exigida na imigração de 29 países do Tratado de Schengen.

Os países membros de Schengen incluem: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha (veja nossos pontos turísticos imperdíveis), Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça.

🇬🇧 E o Reino Unido (Inglaterra e Escócia)?

O Reino Unido não faz parte do Tratado de Schengen. Embora a polícia de fronteira em Londres não exija apólice mínima de € 30.000 de forma taxativa, o NHS (sistema público britânico) cobra 150% do custo de tabela de estrangeiros que utilizam atendimento médico sem residência legal. Explicamos todos os detalhes práticos no nosso guia sobre como passar na imigração de Londres no Aeroporto de Heathrow e nos 5 erros que você não deve cometer em Londres. Se você for visitar a Escócia, confira também nosso roteiro completo de Edimburgo em novembro.

2. Outros países com exigência obrigatória no mundo

País / Destino Exigência oficial Fonte governamental
Cuba Obrigatório com cobertura médica reconhecida pelo governo cubano (Asistur). MINREX Cuba
Catar (Qatar) Obrigatório com apólice aprovada pelo Ministério da Saúde Pública do Catar para visitantes. MoPH Qatar
Emirados Árabes Unidos (Dubai) Requerido para concessão de visto de turismo e controle alfandegário de entrada. GDRFA Dubai
Equador (Galápagos) Obrigatório seguro de saúde para turistas que visitam o arquipélago de Galápagos. Governo de Galápagos
Tailândia Exigido para determinados tipos de visto e categorias de viagem prolongada. TAT Thailand

3. América do Sul: Argentina, Chile, Colômbia e Caribe

Para viagens na América do Sul, as exigências sanitárias pós-pandemia foram flexibilizadas na maioria das fronteiras:

  • Argentina: O órgão oficial Migraciones Argentina retirou a obrigatoriedade estrita do seguro Covid para entrada, mas a rede pública de saúde de diversas províncias (como Salta e Buenos Aires) passou a cobrar turistas estrangeiros por atendimentos médicos não vitais. Se você está planejando trekking no gelo em El Calafate e Glaciar Perito Moreno ou passando pela fronteira em Puerto Iguazú, contar com seguro é fundamental.
  • Chile: O SERNATUR recomenda seguro amplo para turismo de montanha e parques nacionais (como Torres del Paine e estações de esqui).
  • Caribe e América Central: Ilhas como Curaçao no Caribe e Porto Rico possuem infraestrutura médica privada excelente, mas altamente onerosa (em dólares), especialmente para praticantes de mergulho que possam necessitar de câmaras hiperbáricas. E na Colômbia, a medicina privada exige comprovação de pagamento ou garantia de cobertura internacional no momento da admissão.

E onde NÃO é obrigatório, mas é loucura viajar sem? O caso crítico dos EUA

Existe uma diferença gritante entre um documento ser obrigatório para passar pela imigração e ser vital para a sua sobrevivência financeira. O maior exemplo disso no planeta são os Estados Unidos.

O governo americano (CBP – Customs and Border Protection) não exige apólice de seguro viagem na entrevista do aeroporto. No entanto, o sistema de saúde dos EUA é 100% privado para estrangeiros e ostenta as tabelas de preços médicos mais caras do mundo segundo o CDC Travelers’ Health e o Healthcare.gov.

⚠️ Tabela real de custos médicos nos Estados Unidos (sem seguro):

  • Consulta em pronto-atendimento (Urgent Care): US$ 300 a US$ 800
  • Deslocamento de ambulância: US$ 1.500 a US$ 3.500
  • Diária de internação hospitalar: US$ 5.000 a US$ 12.000 (sem cirurgia)
  • Cirurgia simples de apendicite: US$ 35.000 a US$ 65.000
  • Internação em UTI (por semana): US$ 80.000 a US$ 150.000+

Para destinos nos EUA, a recomendação mínima do Malas & Milhas é nunca contratar planos com cobertura inferior a US$ 60.000, sendo o ideal apólices com cobertura entre US$ 100.000 e US$ 250.000. A diferença no preço final da apólice é de poucos reais por dia, mas a tranquilidade proporcionada é incomparável.


Seguro viagem do cartão de crédito vale a pena? O choque de realidade

Muitos viajantes me perguntam se o seguro de cartões Black ou Infinite já é suficiente e se vale a pena contratar outro por fora.

O seguro de cartão de crédito tem utilidade real e nós mesmos já usamos em viagens rápidas. Porém, ele vem acompanhado de regras que pegam muitos viajantes desprevenidos:

✅ Vantagens do seguro do cartão

  • Custo zero direto (já incluso na anuidade do cartão).
  • Válido para cônjuge e dependentes quando elegíveis na apólice da bandeira.
  • Boas coberturas básicas para viagens curtas de turismo urbano.

❌ Pegadinhas do seguro do cartão

  • Exigência de pagar 100% da passagem ou taxa de embarque no cartão correspondente.
  • Obrigatoriedade de emitir o Bilhete de Seguro online ANTES de embarcar.
  • Funciona quase sempre por REEMBOLSO: você precisa pagar a conta do hospital no exterior e pleitear o valor meses depois com pilhas de notas fiscais traduzidas.
  • Exclusão severa ou redução drástica de coberturas para maiores de 70 anos e gestantes.

Dica do Rafinha: Para quem vai fazer ecoturismo, viagens longas, viajar com crianças, gestantes ou idosos, ou simplesmente não quer correr o risco de ter que passar milhares de dólares no cartão em caso de urgência médica, o seguro viagem contratado via seguradora especializada é muito mais seguro e prático.


Cuidados especiais: grupos que precisam de atenção redobrada

Viajante contemplando cordilheira com neve em viagem de aventura
Prática de esportes de inverno, esqui ou trilhas requer apólice com cláusula explícita de cobertura esportiva.
  1. Praticantes de esportes e turismo de aventura: Se o seu roteiro inclui esqui, snowboard, trekking em altitude, mergulho autônomo ou surfe, você deve conferir se o plano cobre “prática de esportes amadores”. Muitas apólices econômicas excluem acidentes desportivos da cobertura básica.
  2. Gestantes: Planos comuns cobrem apenas até a 28ª ou 32ª semana de gestação e limitam o valor para complicações do parto. Contrate planos que contem com cobertura específica para gestantes.
  3. Idosos (+70 e +75 anos): A maioria das seguradoras aplica uma taxa de idade proporcional ao risco médico estatístico ou possui planos desenhados especificamente para a melhor idade. Não omita a data de nascimento real para não anular o bilhete.
  4. Doenças preexistentes: Pela Resolução CNSP nº 315/2014 da SUSEP, todo seguro viagem no Brasil é obrigado a cobrir quadros de emergência e urgência decorrentes de doenças preexistentes ou crônicas até a estabilização clínica do paciente.

Quanto custa um seguro viagem internacional?

Muita gente se surpreende ao descobrir que o seguro viagem costuma representar menos de 2% do orçamento total de uma viagem internacional. Ele é mais barato do que uma refeição casual ou uma cerveja artesanal em um pub no exterior:

  • América do Sul (Argentina, Chile, Uruguai, Peru): A partir de R$ 13 a R$ 22 por dia de viagem.
  • Europa (Tratado de Schengen – mínimo € 30.000): A partir de R$ 18 a R$ 32 por dia de viagem.
  • Estados Unidos e América do Norte (coberturas altas de US$ 60k a US$ 100k): A partir de R$ 25 a R$ 45 por dia de viagem.
  • Mundial / Ásia / Oceania: A partir de R$ 28 a R$ 48 por dia de viagem.

Ou seja: por menos de R$ 250 a R$ 350, você protege uma viagem inteira de 10 dias com suporte médico completo, garantia contra extravio de malas e atendimento 24h em português. Para dicas extras de orçamento, veja também nosso guia de como comer barato em viagens longas.


Como escolher o melhor plano e economizar (passo a passo com cupom)

Viajante caminhando por rua histórica de paralelepípedos na Europa com mochila
Comparadores online permitem visualizar preços de até 4 seguradoras lado a lado, economizando tempo e dinheiro.

Para não pagar caro comprando seguro diretamente em agências de viagens físicas ou em balcões de aeroporto, a melhor estratégia é utilizar um comparador online especializado.

A nossa ferramenta de confiança número 1 é o Seguros Promo. O site reúne as maiores seguradoras internacionais líderes do mercado, como Assist Card, Allianz Travel, GTA, Affinity, Universal Assistance e Intermac, e coloca as coberturas e valores lado a lado na tela para você escolher exatamente a apólice que cabe no seu bolso.

Parceria Oficial Malas & Milhas • Menor Preço Garantido

🎁 Como ganhar até 10% de desconto real:

Utilize o cupom exclusivo MALASEMILHAS5 na tela de pagamento para garantir 5% de desconto imediato. Se optar pelo pagamento via PIX, transferência ou boleto bancário, você acumula mais 5% de desconto automático, totalizando quase 10% de economia real em qualquer plano!


Passo a passo: o que fazer se precisar usar o seguro no exterior?

Para não se desesperar no meio de um imprevisto médico ou logístico durante a viagem, siga este roteiro prático:

  1. Tenha a apólice sempre à mão: Salve o PDF do bilhete de seguro no celular (inclusive em pasta offline) e leve uma cópia impressa na bagagem de mão com o número da apólice e os telefones de contato de emergência.
  2. Acione a central antes de ir ao hospital (se a situação permitir): Mande mensagem no WhatsApp oficial da seguradora ou ligue para o número internacional a cobrar. Explique os sintomas; eles farão a triagem e indicarão a clínica credenciada mais próxima que não cobrará nada de você.
  3. Em casos de risco de vida imediato: Dirija-se imediatamente à emergência mais próxima ou chame a ambulância local (911 nos EUA, 112 na Europa). Assim que o paciente estiver estável, você ou seu acompanhante deve ligar para a seguradora dentro de 24 a 48 horas para oficializar o sinistro.
  4. Guarde todos os comprovantes: Caso precise comprar medicamentos na farmácia receitados pelo médico, exija recibos originais detalhados para solicitar o reembolso de despesas farmacêuticas.

Perguntas frequentes sobre seguro viagem internacional (FAQ)

Posso contratar o seguro viagem depois de já ter embarcado?

Algumas seguradoras permitem a emissão com o passageiro já no exterior, porém aplicam uma carência obrigatória de 48 a 72 horas para que as coberturas passem a valer, impedindo sinistros retroativos. Além disso, a contratação fica sujeita à análise de risco da seguradora. O recomendável é emitir a apólice com antecedência no Brasil.

O seguro viagem cobre cancelamento de voo e problemas com bagagem?

Sim, a maioria dos planos completos inclui cobertura de cancelamento ou interrupção de viagem (reembolsando multas e reservas não reembolsáveis em caso de doença comprovada do passageiro ou parente de 1º grau), além de indenização suplementar em caso de extravio de bagagem despachada.

O que acontece se eu for barrado na imigração por falta de seguro na Europa?

Nos 29 países do Tratado de Schengen, a apólice de seguro de no mínimo € 30.000 é requisito legal de entrada. Caso o agente de imigração solicite os documentos e você não comprove a posse do seguro, você pode ter a entrada formalmente recusada no país (deportação imediata no primeiro voo de retorno), além de gerar registros desfavoráveis no passaporte.

Seguro viagem cobre Covid-19 e outras doenças infectocontagiosas?

Sim. Atualmente, os principais planos oferecem cobertura médica e hospitalar para Covid-19 inclusa na DMHO ou através de cláusulas específicas (como DMHO Covid-19 de US$ 10.000 a US$ 30.000), garantindo atendimento médico, internação e até custos com quarentena obrigatória em planos mais robustos.

Qual o valor mínimo de cobertura recomendado para os Estados Unidos?

Devido aos custos médicos exorbitantes do sistema de saúde norte-americano, não recomendamos apólices com cobertura inferior a US$ 60.000. O patamar mais seguro e equilibrado para viagens de férias ou trabalho aos EUA é entre US$ 100.000 e US$ 250.000 de DMHO.

Seguro viagem cobre furto ou perda de celular e eletrônicos?

Via de regra, a cobertura básica cobre apenas o extravio de bagagem despachada sob a guarda da companhia aérea. Aparelhos eletrônicos pessoais de mão (como celulares, câmeras e notebooks) exigem apólices específicas de seguro de equipamentos portáteis ou cláusulas adicionais contratadas separadamente.


Checklist final do viajante inteligente

Viajar com a cabeça tranquila não tem preço. Gastar cerca de R$ 20 por dia para garantir que nenhum imprevisto transforme a viagem dos seus sonhos em um problema financeiro é a melhor decisão que qualquer viajante inteligente pode tomar.

Faça agora mesmo a sua cotação no Seguros Promo, use o cupom MALASEMILHAS5 para economizar, baixe a sua apólice e embarque com a certeza de que você e quem você ama estão 100% protegidos!

Boa viagem e nos vemos pelo mundo!

Compartilhar:
Rafinha Soares
Sobre o Autor

Rafinha Soares

Rafinha Soares é estrategista de conteúdo especializado em SEO e copywriting, com mais de 13 anos de experiência no mercado B2B e B2C. Seu trabalho combina análise de dados e escrita persuasiva para transformar tráfego orgânico em resultados concretos de negócio. Fundador da Agência Pepper e mentor de redatores freelancers, Rafinha atua no desenvolvimento de estratégias que conectam busca, conteúdo e conversão, ajudando empresas a crescer de forma consistente por meio do marketing de conteúdo.

Você também pode gostar de...

Deixe um comentário