Ir à Edimburgo em novembro

Ir à Edimburgo em novembro

Muitas pessoas tem dúvidas sobre a época para visitar a Escócia, e vários turistas que já visitaram o país desaconselham o inverno (ou pré inverno), seja por causa das temperaturas baixas, dos dias que terminam mais cedo ou de atrações que podem ficar comprometidas pelo mau tempo. Nós fomos na baixa temporada, finzinho de novembro e de outono, com o pézinho já no inverno, e posso dizer que ir para a Edimburgo em novembro foi a melhor escolha que poderíamos ter feito, e vou explicar o porquê.

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Edinburgh Christmas Market – O mercado natalino de Edimburgo

A data foi pessoal pra nós, já que eu faço aniversário dia 25 de novembro. Só depois dela fechada é que eu fui pesquisar sobre os eventos que aconteceriam em Edimburgo nessa época, porque é baixa temporada, então não sabia o que poderia encontrar. Para a minha surpresa e alegria, eu soube que chegaríamos quando a Edinburgh Christmas Market seria recém aberta! É uma feirinha natalina bem no centro de Edimburgo, e foi um dos lugares mais incríveis que nós visitamos na Escócia!

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Bom, a palavra “feirinha” não faz jus. É uma roda gigante enorme, carrossel de dois andares, outro comum, entre vários outros brinquedos para crianças e adultos. O mais famoso é o Star Flyer. É uma espécie do antigo “chapéu mexicano” do Playcenter, mas lá no alto! Eu não sei quantos metros tem de altura, mas chega basicamente à torre da Igreja, pelas fotos dá pra ter uma noção. Não tive coragem de ir, não só pela altura, mas por imaginar o frio de rachar que devia estar fazendo lá em cima, mas parece sensacional e faz muito sucesso, nunca ficava vazio!

Além dos brinquedos, tem várias barraquinhas de tudo: comida, bebida, artesanato, suvenires, queijos artesanais e artigos decorativos em geral. O clima lá é mágico! Toca uma musiquinha natalina baixa e discreta ao fundo, as luzes brilhantes, a decoração de natal… Tudo dá aquele clima de filme de natal da infância! Só gente feliz e encapotada para o frio andando pra lá e pra cá, um ambiente muito diferente, um encanto mesmo.

O frio

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Sim, faz bastante frio! Não é nada insuportável, caso você vá preparado com um bom casaco, bons pares de meias, luvas e protetor de orelhas. Em algumas noites, eu saí só com uma blusa de moletom, sem o sobretudo, em outras precisei me encasacar um pouco mais… mas nada desesperador, dá pra encarar o frio numa boa!

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Dias que encerram mais cedo

Verdade. Quatro e meia da tarde já começava a escurecer, mas isso não foi um problema para nós. A única diferença era o dia escuro, porque os estabelecimentos funcionavam normalmente, então dava pra aproveitar igualmente. É claro que se a escolha for uma atração com a vista belíssima pra ver e registrar em fotos, é bom programar esse passeio para mais cedo, mas isso já é de praxe em qualquer época do ano, então essa questão não influenciou negativamente a nossa viagem.

Atrações que não funcionam em Edimburgo em novembro

Sim, nós lemos que acontece bastante, e inclusive o Expresso Jacobite, o famoso Expresso Hogwarts da série de filmes Harry Potter, nas Terras Altas, não funciona regularmente nessa época do ano (ou não estava funcionando em 2016). O tour que fizemos pelas Highlands, até onde ficamos sabendo, também corria o risco de ser remarcado, caso houvesse uma chuva forte, mas não aconteceu e não pareceu acontecer regularmente! Pode ter sido apenas a nossa experiência, de repente pra outro tipo de turismo o tempo frio faça a diferença, mas pra nós foi bem tranquilo.

Por esses e vários outros motivos listados, não só não nos arrependemos de escolher essa época, como optaríamos por ela outra vez em um retorno, só pra poder andar de novo pelas ruas iluminadas de Natal. Além do mais, é gostoso entrar em um restaurante quentinho e tomar um latte ou pedir algo quentinho naquele frio.

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Boa viagem!!

Minha experiência na temida imigração em Londres – Heathrow

Minha experiência na temida imigração em Londres – Heathrow

Já com as passagens para Edimburgo, pesquisando pela Internet, descobri que para a entrada no Reino Unido faríamos a imigração em Londres, na nossa conexão, como é de praxe acontecer em voos com conexão por lá. Não adianta estar vindo de outro país europeu, será necessário passar pela imigração novamente.

Os documentos apresentados

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Foi aí que começou a minha preocupação com todas as histórias horríveis de brasileiros sendo barrados na imigração de Londres, mandados de volta para o Brasil com as férias frustradas e um prejuízo financeiro enorme. Reuni todos os documentos possíveis que eram aconselhados para evitar que isso acontecesse, tudo o que comprovava os nossos vínculos com o Brasil e a nossa intenção de voltar:

  • Declaração da Universidade e de microempreendedor
  • Fatura de cartão de crédito
  • Certidão de casamento
  • Todos os comprovantes de hotéis que ficaríamos e passeios que faríamos
  • Passagens de volta para o Brasil, é claro.

Colocamos tudo dentro da falada “pastinha” e entramos no avião em Guarulhos, rumo a Heathrow!

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O Landing Card

Já no avião, nos entregam o Landing Card, um cartão onde registramos as informações da nossa viagem: tempo de permanência, endereço onde vamos ficar, ocupação no Brasil. Na imigração, o agente solicitará o Landing Card junto com o passaporte, mas ainda assim poderá repetir as perguntas já respondidas no cartão.

A imigração em Londres

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Quando chegamos em Londres, havia dois caminhos a seguir: quem estava fazendo conexão para outros países, fora do Reino Unido, e precisavam só seguir o fluxo para a sala de embarque, e os que fariam a imigração em Londres, quem ficaria por lá ou estava em conexão para países dentro do Reino Unido, nosso caso. Fomos então para a fila da imigração. Como estava muito grande, e a nossa conexão era de menos de duas horas, e ainda tínhamos que passar pelo detector de metais, nós falamos com um dos oficiais, que nos colocou na fila preferencial.

Nessa fila, havia um oficial em treinamento, com outra oficial junto dele, orientando como ele deveria nos entrevistar. Talvez esse tenha sido o motivo de nos fazerem mais perguntas do que podem fazer, mas foi bem tranquilo, e vou tentar resumir em diálogo como foi essa entrevista.

– Qual é o propósito da sua viagem?
– Turismo.
– Ok, quantos dias vocês ficarão no Reino Unido?
– Sete.
– Posso ver a reserva dos hotéis?
– Claro.
– Certo – confere as reservas – E o que vocês pretendem visitar?
– O Castelo, as Highlands, Glasgow…
– Ok. O que vocês fazem no Brasil?

Explicamos basicamente a ocupação de trabalho e estudo de cada um. Ele não pediu para ver o meu comprovante de faculdade, nem a conta de microempreendedor. No fim, perguntou quanto dinheiro estávamos levando, e dissemos a quantia em cash e o cartão de crédito internacional. Ele não pediu para ver nenhum dos dois, mas pode acontecer, e é comum acontecer, então jamais, sob qualquer hipótese minta!

Passaporte carimbado

E foi isso! Depois da pergunta sobre o dinheiro, ele pegou o carimbo e tirou um caminhão das minhas costas pessimistas. Lá estava o nosso passaporte carimbado com um visto de seis meses para entrar no Reino Unido!

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A entrevista pode ter parecido meio longa, mas foi muito tranquila. Eles foram super simpáticos, e a oficial que estava auxiliando o nosso entrevistador ainda bateu um papinho rápido com a gente. Não foi intimidador, nem nada. Pode ter sido sorte, já que tem várias histórias sobre entrevistadores sérios e carrancudos, além dos relatos sobre a temida salinha. Mas para quem está viajando com tudo certo, o risco é mínimo!

Os documentos exigidos são poucos, mas é bom sempre levar a mais, porque eles podem pedir pra ver, e se você não tiver, pode perder a chance de passar mais rapidamente. Então, tenha em mente: leve tudo que comprove o seu vínculo com o Brasil, seja carta do chefe, holerith, escritura de imóvel, declaração de que está cursando uma Universidade. Também leve comprovantes de todos os programas turísticos que fará: Passagens de trem ou avião entre os países, ingressos para museus, shows ou atrações em geral, além das reservas em hotel.

Boa sorte e boa viagem!

O que fazer em São Paulo?

O que fazer em São Paulo?

Seja em uma viagem a trabalho ou a passeio, descubra o que fazer em São Paulo.

Muitas pessoas veem São Paulo como um destino pouco turístico, sem nada para fazer. A visão de cidade de trabalho e prédio faz com que muitas pessoas não incluam esse destino em seus planos, e assim perdem muitas experiências incríveis.

O que fazer em São Paulo?

Selecionei algumas coisas para se fazer em São Paulo, para quem vai com pouco tempo. Claro que tem muitas outras coisas, passeios culturais, atrações na noite, mas vou falar dos que eu considero que não podem faltar.

Parque do Ibirapuera

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Vista aérea do Parque do Ibirapuera.

Um dos maiores símbolos da cidade, e não é a toa. O Parque do Ibirapuera é enorme e cercaco de verde. Uma atração bacana para adultos e crianças, seja para fazer uma caminhada, andar de bicicleta ou passar uma tarde sentado a beira do lago. Vale lembrar que dentro do parque está o MAM (Museu da Arte Moderna). Alguns eventos também são realizados por lá, eventualmente. O acesso ao parque não é difícil através de transporte público, e é um programa que pode ser feito em três horas ou durante o dia inteiro.

Avenida Paulista

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“Mas é só uma avenida”… Não. A Avenida Paulista tem mais do que a alma da cidade. Ela é enorme, cercada de grandes prédios, boas opções de alimentação e galerias. O acesso é fácil através do metrô, e vale fazer uma caminhada. Se for em dezembro, ainda é possível conferir a decoração de natal da avenida. O MASP também está lá, além de uma FNAC enorme.

Centro

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Vista do alto do Edifício Banespa.

O centro de São Paulo é riquíssimo e tem muito o que se ver. Dá para ser percorrido todo de metrô ou até mesmo a pé. Vale a pena ir até o Pátio do Colégio, subir no edifício Banespa para ver a cidade de cima, conhecer a catedral da Sé, entrar nos diversos SEBOS. Ali se encontram verdadeiras relíquias com preços inacreditáveis. Alguns bairros centrais como o Brás são também ótimas opções para quem quer fazer compras.

Galeria do Rock

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Entrada da Galeria do Rock.

Ainda pela região central, mas com destaque, porque realmente merece uma visita. A galeria do Rock fica na República. Trata-se de um mini shopping com lojas voltadas para o Rock. São roupas, estúdios de piercing e tatuagem, CD´s, discos de vinil, bottons e várias outras coisas incríveis. Mesmo para quem não curte o gênero musical, vale a pena fazer uma visita, é um local diferente.

Bairro da Liberdade

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Um mergulho na cultura oriental. Mercados com produtos japoneses, chineses e muito mais. Restaurantes típicos e lojas em que você encontra de tudo, com preços atrativos. Também já encontrei por lá lojas de decoração com coisas maravilhosas. Lugar perfeito para se passar algumas horinhas, e tem estação de metrô, ou seja, dá para intercalar com o passeio ao centro.

Museu da Língua Portuguesa

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Esse é um tesouro localizado próximo à Estação da Luz, na região central. Recentemente aconteceu um incêndio, o que infelizmente mantém a atração fechada. Para os amantes da nossa língua, é uma parada obrigatória.

A noite paulistana

É uma variedade de opções. Eu não sou muito fã de balada, mas na Vila Olímpia tem para todos os gostos. Na zona leste, o Tatuapé tem ruas cheias de barzinhos, para quem gosta de um programa mais light, como happy hour. Sem contar com a noite agitada e famosa da região da Avenida Paulista.

Gastronomia

São Paulo é o melhor lugar onde eu já estive para comer. O que der na telha, comida árabe, indiana, churrascaria, pizzaria, tem variedade em abundância, e geralmente locais de preços variados e ao alcance de qualquer ponto da cidade.

Reuni algumas coisas possíveis de se fazer em um fim de semana, com um pouco de correria. Há muito mais! Quem tiver mais dicas ou recordações boas da capital paulista, deixe nos comentários.

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Como Comer Barato em Viagens Longas

Como Comer Barato em Viagens Longas

Descubra como é possível Dicas para Comer Barato em Viagens longas.

Esse é um dos pontos mais importantes de quem gosta de viajar. É impossível passar um tempo em qualquer lugar sem gastar nenhum dinheiro, mas é perfeitamente possível minimizar esses gastos de forma surpreendente. Aprendemos isso na marra, em uma ida à Argentina. Então mostraremos aqui como é possível Comer Barato em Viagens.

Dicas para Comer Barato em Viagens

Quando fomos para a Argentina, tivemos um problema com um depósito às vésperas da nossa viagem, e fomos meio duros. Pensamos que pudéssemos passar aperto, mas pelo contrário: sobrou dinheiro. Na volta, ficamos feito duas baratas tontas procurando onde gastar os pesos restantes no aeroporto de Buenos Aires.

Economizando na alimentação

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Empanadas muito gostosas e bem baratas em El Calafate.

A parte onde mais cabe economia, ao meu ver, é na alimentação. Além do hotel, lógico. Mas a alimentação é primordial. O nosso plano é: sempre tirar um dia para experimentar a culinária típica do local, em um restaurante que seja bem falado no TripAdvisor. Precisa necessariamente ser caro? Não. Mas provavelmente não será a refeição mais barata que vamos fazer na viagem. Então, escolhemos com antecedência o restaurante para termos a nossa principal experiência gastronômica no lugar, baseados pela opinião de outros viajantes.

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Fugazzetta em Buenos Aires.

A escolha do hotel

O resto dos dias, economizamos. E isso não é difícil. Geralmente pegamos hotéis que tenham um café da manhã incluso, mas do contrário, tomar um café básico em uma padaria comum. Lanchar em estabelecimentos pequenos e voltados para os locais, e não para os turistas. Fast Food (não é a mais saudável das dicas, mas pode quebrar um galhão para quem está com pouco tempo e pouco dinheiro). Refeições que deem para o casal, como sanduíches bem servidos, pizza brotinho. As opções são sempre muitas e variam de acordo com o lugar onde você está visitando

Se hospedar em um hotel que tenha frigobar e microondas também é uma ideia, mas comer comida congelada na viagem é uma oportunidade a menos de ter boas experiências com a comida local, e você pode fazer isso em uma padaria, um mercadinho ou um mini restaurante, gastando pouco, acredite.

Passeios

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Pacote com sanduíches que levamos em um dos passeios de El Calafate.

Se você for fazer um passeio que dure o dia inteiro, por exemplo, e no local não tiver opções que não custem os olhos da cara, não se envergonhe de levar um sanduíche! Essa história de farofeiro é coisa do passado. Bonito é você se organizar para gastar o seu dinheiro de modo que você aproveite ao máximo a sua viagem. Leve o lanchinho na bolsa, se mantenha bem alimentado e economize para poder passear ainda mais.

Espero que tenham gostado das dicas para Comer Barato em Viagens, e se puderem nos ajudar com outras, digam nos comentários.